Depressão: “já tentei de tudo e nada funciona” — será mesmo?

A maioria dos casos rotulados como depressão refratária nunca completou o primeiro passo do tratamento. Antes de cetamina, ECT ou EMT, vale saber onde você parou.
Quem cuida de alguém deprimido também adoece

A carreira, o casamento e a vida própria em segundo plano. O cansaço de quem cuida existe, tem consequência clínica e quase nunca é perguntado.
Cinco psiquiatras, dez anos, nenhuma resposta

Por que trocar de psiquiatra muitas vezes não muda nada — e o que distingue uma reavaliação completa de mais uma consulta.
Médico: o medo de que pedir ajuda custe a carreira

O receio de que buscar ajuda deixe registro é legítimo e tem razões reais. Um psiquiatra escreve sobre o silêncio dos médicos e o seu preço.
Médico: quem te ama talvez já tenha percebido sua dor

De dentro, quase nunca parece que algo mudou. Quem convive com o médico costuma enxergar antes. Um psiquiatra escreve sobre essa distância.
Quando é o médico que precisa de ajuda

Médicos adoecem em silêncio, e quase sempre atravessam isso sozinhos. Um psiquiatra que atende médicos escreve sobre o cuidado que se adia.
Desistir da residência médica é fracasso ou lucidez?

Muitos residentes chegam ao ponto de considerar abandonar a residência. Um psiquiatra examina quando essa vontade é sintoma e quando é leitura clínica lúcida.
A mancha da lamotrigina que exige parar o remédio hoje

Uma mancha durante o uso de lamotrigina pode indicar reação grave que exige interromper o remédio e ir ao pronto-socorro. Um psiquiatra explica os sinais.
O silêncio na sessão: o que acontece quando o paciente para de falar

Quando a fala trava em análise, não é falha do paciente — é uma das matérias clínicas mais importantes que o processo oferece. Freud, Bion e as cinco formas de silêncio que a psicanálise reconhece em consultório.
Segunda opinião psiquiátrica: quando pedir, como pedir e por que não é traição ao médico atual

Em oncologia é rotina; em psiquiatria, quase tabu. Pacientes ficam anos em tratamento subótimo por medo de “ofender” o médico. Cinco situações em que segunda opinião faz sentido — e como pedir sem quebrar o vínculo.
Ficou com alguma dúvida? Quer marcar uma consulta?
Clique no botão abaixo e entre em contato conosco via Whatsapp!
Ficaremos felizes em te atender!