A casa inteira aprende a pisar em ovos

O custo de conviver em alerta permanente com alguém em transtorno bipolar. Um texto sobre o familiar — que também está adoecendo.
Separação: decidir com clareza quando nada está claro

Decisões patrimoniais e sobre os filhos precisam ser tomadas justamente quando dormir, concentrar e pensar ficou difícil. Sobre esse ponto.
Voltar ao trabalho depois de uma depressão grave

O primeiro dia de volta, o medo de que percebam e a diferença entre estar apto e estar recuperado. Um texto sobre o retorno depois do afastamento.
Ele parou o remédio porque finalmente estava bem

Por que a melhora no transtorno bipolar costuma ser sentida como cura — e por que o ciclo recomeça semanas depois. Um texto para a família.
As dívidas que aparecem na fase boa

O impacto financeiro das fases de euforia no transtorno bipolar: compras, decisões precipitadas, dinheiro que some. Um texto para a família.
Seis meses de luto e a sensação de que já devia ter passado

Continuar doendo depois de meses não é fraqueza nem doença. Sobre o luto que não segue o roteiro — e o ponto em que vale uma avaliação.
Depressão não é tristeza: quando o corpo para primeiro

O cansaço que dormir não resolve, o corpo pesado, os exames normais. Muita gente não se reconhece na palavra depressão porque não se sente triste.
Não é só o temperamento dele

A diferença entre uma personalidade difícil e uma oscilação de humor que é outra coisa — e por que a família costuma demorar tanto a desconfiar.
O medo de tomar algo que atrapalhe o trabalho

O receio de ficar lento ou embotado é legítimo e comum. Por que essa preocupação merece ser dita em voz alta na consulta psiquiátrica.
A diferença entre estar sedado e estar tratado

“Ele parece dopado.” Sobre o medo de que o tratamento apague a pessoa, e o que distingue sedação de um tratamento bem conduzido.
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